Atenção, nutricionista
Me responde uma coisa rápida.

Você sabe calcular gasto energético, montar plano alimentar, ajustar proteína por quilo de peso e identificar compulsão numa anamnese.

Então por que é que, na hora de gravar um vídeo, você trava olhando pro celular sem saber o que falar?

Já imaginou se o seu Instagram trabalhasse pra você?

Se, em vez de responder "quanto custa a consulta?" o dia inteiro, chegasse direct dizendo "eu acompanho você há meses, comecei a caneta mês passado e quero fazer o acompanhamento com você".

Se o seu perfil fosse o lugar onde a mulher que já fez oito dietas e recuperou o peso em todas entra e pensa "é com essa nutri que eu não vou passar vergonha".

Vamos ser sinceros: essa não é a primeira vez que você tenta.

Você já postou prato colorido. Já postou receita fit. Já postou card com mito e verdade. Já pagou social media que entregou feed bonito e nenhuma consulta marcada.

E o pior: você já gravou conteúdo técnico bom, com embasamento, que morreu em 200 visualizações, enquanto um perfil sem CRN nenhuma lotava a agenda vendendo chá e protocolo de sete dias.

Se postar fosse o suficiente, a sua agenda já estaria cheia.

O que eu vou te mostrar nessa página é o seguinte: o problema nunca foi o seu conteúdo estar errado. O problema é que você está falando do que você estudou, e não do que passa na cabeça de quem está na cozinha às dez da noite, com fome, achando que estragou tudo de novo.

E tem uma segunda coisa, que mudou o seu mercado inteiro nos últimos dois anos e que a maior parte da profissão ainda está tratando como ameaça em vez de tratar como oportunidade. Eu vou chegar nela daqui a pouco.


Rafa Brito
Prazer, eu sou o Rafa Brito.@rafabri7o · mais de 1,4 milhão de seguidores no orgânico

Eu não sou nutricionista. Eu nunca montei um plano alimentar na vida e não entendo nada de bioquímica.

Mas eu vivo de uma coisa só: entender o que faz uma pessoa parar o dedo na tela. E é por isso que profissional de saúde tem me procurado nos últimos anos.

Eu estava numa reunião de análise com uma profissional que tinha acabado de me mostrar o perfil dela.

Mais de trezentas publicações. Feed alinhado. Conteúdo correto, com referência, tudo certinho.

E cinco mil seguidores.

Ela olhou pra câmera e falou a frase que eu já tinha ouvido de dezenas de pessoas antes dela:

"Rafa, eu faço tudo que mandam fazer. Eu posto. Eu apareço. E não acontece nada."

E eu entendia ela, porque eu já tinha batido nessa mesma parede.

Eu venho do interior de Minas, filho de ex-doméstica e motorista. Fui o pior aluno da sala. Comecei a vender com oito anos de idade porque precisava.

Quando eu entrei na internet, eu fiz o que todo mundo faz: postei o que eu achava bonito, o que eu achava interessante, o que eu achava que as pessoas queriam ver.

Resultado: o mesmo dela. Esforço grande, retorno nenhum.

Até que caiu a ficha do que estava errado.

Eu estava criando conteúdo a partir da minha cabeça. E a minha cabeça não é a cabeça de quem compra.

Quem decide o que viraliza não é quem grava. É quem assiste.

Conteúdo que funciona não nasce de criatividade. Nasce de pesquisa.

Não é sobre inventar um assunto genial. É sobre descobrir a pergunta que já está na cabeça da pessoa, incomodando há meses, e ser o primeiro a responder de forma simples.

Quando você fala exatamente a dúvida que a pessoa tem, ela sente que você leu a mente dela. E quem lê a mente da pessoa não precisa brigar por preço de consulta.

Então eu comecei a caçar essas perguntas.

Primeiro no braço: lendo comentário, lendo direct, anotando num caderno tudo que as pessoas perguntavam. Funcionava, mas era lento demais.

Depois eu testei ferramenta de busca, mapa mental de assuntos, pesquisa dentro do próprio Instagram. Melhorou.

E por último eu entendi que o levantamento tinha que ser feito por público, não por tema. Porque a dúvida de quem quer emagrecer e nunca começou não tem NADA a ver com a dúvida de quem já emagreceu e está apavorada de recuperar tudo.

Foi aí que começou a funcionar de verdade. Meus vídeos passaram a ser entregues, o perfil cresceu, e hoje eu tenho mais de 1,4 milhão de pessoas me acompanhando, tudo no orgânico.

Agora eu vou chegar naquilo que eu te falei lá em cima.

Quando eu levantei esse diagnóstico, eu achei uma coisa que me deixou revoltado com o seu mercado.

De cada seis perguntas que esse público faz hoje sobre emagrecimento, uma é sobre caneta. Emagrece mesmo, quem pode usar, quais os efeitos colaterais, faz perder músculo, o que comer usando, engorda de novo se parar.

E a maior parte da profissão está fazendo uma de duas coisas: ou atacando a caneta de cima do palanque, ou fingindo que ela não existe.

As duas estão erradas. E eu vou te mostrar por quê com o próprio material na mão.

Olha o que está escrito nas respostas desse diagnóstico, que foram montadas com responsabilidade: quem prescreve é o médico, não o nutricionista. A caneta pode fazer perder músculo, por isso proteína e treino de força importam. Muita gente recupera o peso ao parar porque não tinha plano. E dá pra parar sem recuperar, com plano e hábito.

Lê de novo e vê o que isso significa.

A caneta não tirou o seu trabalho. Ela criou o maior gerador de paciente que a sua profissão já teve.

Porque quem usa precisa comer direito com pouco apetite, precisa preservar massa magra, precisa de exame, precisa lidar com enjoo e prisão de ventre, e precisa de um plano de manutenção montado ANTES de parar. Nada disso o médico vai fazer na consulta de dez minutos. Nada disso a internet resolve.

O médico prescreve. Quem segura o resultado é você.

E tem uma mentira circulando na sua categoria que está custando caro:

A grande mentira"Se eu falar de caneta, eu estou endossando a caneta."

Mentira, e por três motivos.

Primeiro, porque o seu público já está usando, você falando ou não. A decisão não passa por você, ela já foi tomada no consultório do médico.

Segundo, porque silêncio não é neutralidade. Quando você não fala, a pergunta não some, ela só é respondida por outra pessoa. E hoje quem está respondendo é grupo de WhatsApp, perfil de venda e gente que não tem formação nenhuma.

E terceiro, o mais importante: falar sobre não é endossar. Explicar que quem prescreve é o médico, que a manutenção precisa ser planejada antes de parar e que perder músculo é um risco real não é propaganda da caneta. É exatamente o contrário disso. É informação de quem entende, no meio de um monte de gente que não entende.

E o verdadeiro culpado não é você, nem é a caneta.

É a indústria da promessa de emagrecer sem precisar de ninguém.

É o chá que emagrece. É o detox. É o termogênico. É o suplemento obrigatório. É a dieta da moda. É o protocolo de sete dias vendido no direct. E agora é também a caneta comprada de qualquer jeito, sem exame, sem acompanhamento, sem plano pra depois.

Tudo isso vende a mesma coisa: resultado sem profissional. E o seu público já comprou essa ideia várias vezes, já falhou várias vezes, e carrega a culpa de todas elas.

Repara na primeira dor que aparece nesse levantamento: frustração de tentar dieta atrás de dieta e não manter. A segunda: vergonha do corpo. A terceira: efeito sanfona.

Essa pessoa não precisa de mais uma promessa. Ela precisa de alguém honesto.

Quando eu comecei a aplicar esse raciocínio com os profissionais que me procuravam, a virada foi rápida.

A profissional daquela reunião? Dez meses depois, saiu de cinco mil pra mais de noventa mil seguidores.

E não foi só ela.

O Lucas é nutricionista, exatamente como você. Ele tinha 31 mil seguidores. Hoje tem mais de um milhão de pessoas acompanhando ele falar de alimentação.

Lucas CarvalhoNutricionista clínico e esportivo@lucascarvalhonutricionista
31 mil→1 milhão
seguidores

E tem mais gente do seu nicho:

Djeniffer SantiniNutricionista, lipedema@djeniffersantini
139 mil→206 mil
seguidores
Alexandre SilvaNutricionista, emagrecimento@nutrialexandresilva
10 mil→18 mil
seguidores

Eu acompanhei advogada previdenciarista sair de 2.200 pra 202 mil seguidores. Advogado de direito imobiliário sair de 3 mil pra 355 mil. Advogada de dívida bancária sair de 5 mil pra mais de 90 mil.

Repara numa coisa: são áreas técnicas, áridas, dessas que todo mundo jura que não interessam a ninguém. E todas cresceram.

Agora pensa no seu caso. Emagrecimento é o assunto mais consumido da internet brasileira. Você não tem problema de público, você tem o maior público que existe.

O seu problema é o contrário: o assunto está tão saturado que, pra ser ouvida, você precisa dizer algo que os outros não estão dizendo. E o que os outros não estão dizendo é justamente o que esse levantamento mostra.

E aconteceu uma coisa que eu não esperava quando comecei a fazer esse levantamento por público.

Eu descobri que o mapa não serve só pra gravar vídeo.

Serve pra sua consulta, porque você já sabe a culpa que a paciente traz antes dela conseguir falar. Serve pra quem responde o seu direct. Serve pra escrever o texto do seu site e os materiais que você entrega.

E serve pra uma coisa que vale mais que tudo isso: quando o seu conteúdo fala da culpa, do medo de passar fome e do medo de recuperar o peso, você para de atrair quem quer dieta de sete dias e passa a atrair quem quer parar de sofrer com isso.

É o mesmo esforço de postagem trazendo outro tipo de paciente, e uma paciente que chega aceitando que o processo tem prazo, o que é metade da sua briga na primeira consulta.

Foi por isso que eu criei o Diagnóstico de Público: Nutricionista, Emagrecimento.

É um documento que mostra, preto no branco, o que passa na cabeça de quem quer emagrecer, com ou sem uso de caneta, e quer manter o resultado. As dores, as dúvidas e os desejos, separados por etapa, e os assuntos organizados em territórios, prontos pra virar pauta.

Não é teoria de marketing. É o mapa da cabeça de quem senta na sua frente.

Pra chegar nesse documento, eu levei anos entendendo o que faz conteúdo ser entregue, e meses levantando e organizando esse diagnóstico especificamente pro público de emagrecimento. Pergunta por pergunta, dor por dor, separando o que é dúvida de quem ainda não começou do que é angústia de quem já emagreceu e está com medo de perder tudo.

E o que isso faz com a sua semana é simples: acaba com a página em branco.

Você não senta mais pra pensar "o que eu posto hoje?". Você abre o documento, escolhe a pergunta, grava e posta.

O que antes era uma hora travada tentando ter ideia vira cinco minutos escolhendo uma linha de uma lista.

Deixa eu te mostrar exatamente o que você recebe:

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Dores, Dúvidas e Desejos por etapa

De um lado, quem quer emagrecer e ainda não começou ou não tem método: frustração de tentar dieta atrás de dieta, vergonha do corpo, efeito sanfona, ansiedade e compulsão, medo de passar fome, culpa depois de comer algo errado, comparação com quem emagrece fácil, desconfiança de dieta da internet e a dúvida se precisa de remédio ou caneta. Do outro, quem já está emagrecendo e quer manter: medo de recuperar o peso ao parar a caneta, medo de perder massa muscular, peso parado há semanas, flacidez, dificuldade de comer o suficiente com pouco apetite, enjoo e prisão de ventre, medo de depender da caneta e a insegurança de não saber manter sozinha. São dois públicos diferentes, com conteúdo diferente, e quase toda nutricionista fala só com o primeiro.

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75 dúvidas reais, numeradas

Da pergunta "como emagrecer de forma saudável?" até "como saber se estou mantendo o peso certo?". Cada uma dessas perguntas é um vídeo seu. São 75 vídeos de pauta na sua mão, já marcados por etapa de funil.

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Território Dúvidas

Todas as 75 perguntas organizadas e marcadas, pra você saber se aquele vídeo serve pra atrair gente nova ou pra fechar quem já está decidindo.

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Território Técnicas

Dez temas que a paciente precisa ver você dominando: montar um prato equilibrado, contar proteína sem complicar, explicar déficit calórico de forma simples, ler rótulo, organizar marmita da semana, controlar fome e saciedade, estimar calorias de manutenção, comer fora sem estragar o resultado, preservar massa muscular ao emagrecer e furar um platô.

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Território Ferramentas

Seis itens que viram conteúdo salvável: balança de alimentos, aplicativo de registro alimentar sem obsessão por caloria, fita métrica e registro de medidas, lista de compras pronta, checklist de proteína por refeição e ficha de recordatório. Conteúdo de ferramenta é dos que mais salvam e compartilham, porque a pessoa guarda pra usar depois.

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Território Mental

Dez dores do lado que quase ninguém posta e que é onde a confiança nasce: culpa depois de comer algo fora do plano, vergonha do corpo, ansiedade que vira compulsão, comparação com quem emagrece fácil, impaciência com o resultado, medo de recuperar o peso, ansiedade com a balança, cansaço de manter o controle, medo de depender da caneta e insegurança de manter sozinha. É aqui que ela decide que é com você.

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Território Estratégia

Cinco orientações que posicionam você como quem conduz com responsabilidade: dieta que você não consegue sustentar não é a melhor dieta. Preservar o músculo pesa tanto quanto perder peso. Quem usa a caneta precisa planejar a manutenção antes de parar. Resultado duradouro vem de hábito, não de dieta radical. E uso de medicamento é decisão e acompanhamento médico, e a nutrição acompanha.

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Território Prático

60 perguntas com resposta curta e direta, prontas pra virar carrossel e vídeo de resposta rápida. E tem duas coisas aqui que valem o documento inteiro: a primeira é que a maior parte delas é desmentido (detox não emagrece, chá não emagrece sozinho, termogênico pouco e pode ter risco, suplemento não é obrigatório, não dá pra escolher o local da gordura). A segunda é que tem um bloco inteiro sobre caneta, respondido com a responsabilidade certa: quem prescreve é o médico, o nutricionista não prescreve, é recomendado ter acompanhamento, pode fazer perder músculo e por isso proteína e treino de força importam.

E repara no que isso significa na prática: entre as 75 dúvidas, os seis territórios e as 60 perguntas práticas, você sai dessa página com pauta suficiente pra postar todo dia durante meses sem repetir assunto e sem nunca mais abrir o Instagram sem saber o que falar.

Se você fosse levantar isso sozinha, teria que passar semanas anotando o que a paciente pergunta na consulta, lendo comentário, pesquisando o que as pessoas digitam escondido no Google, e depois organizar tudo por etapa e por tipo de conteúdo.

Calcula quanto vale a sua hora de consulta e multiplica por esse tempo.

Agora deixa eu te perguntar uma coisa.

Se isso aqui te colocasse na conversa que o seu mercado inteiro está fugindo de ter, valeria a pena?

Se isso fizesse a paciente chegar na primeira consulta já entendendo que não existe atalho, valeria a pena?

Eu não vou cobrar o preço de uma consultoria. Não vou cobrar nem o preço de um curso.

Diagnóstico de Público
Nutricionista: Emagrecimento
12 x de
R$9,45*
Ou R$ 97,00 à vista
Acesso no seu e-mail na hora.
QUERO O DIAGNÓSTICO DO MEU PÚBLICO POR R$97
7dias

Garantia Pauta Cheia

E eu vou tirar o risco todo de você.

Você tem 7 dias. Abre o documento, lê as dores, lê as 75 dúvidas, passa pelos territórios. Se você não encontrar ali pelo menos 30 ideias de conteúdo que você ainda não tinha pensado, me pede o dinheiro de volta e pronto, sem precisar explicar nada.

Mas tem uma coisa que eu preciso te falar com honestidade.

Primeiro: R$97 é preço de teste. Eu estou medindo como esse material performa e esse valor pode subir a qualquer momento.

Segundo, e mais importante: o assunto da caneta está aberto AGORA. Daqui a um ano vai ter nutricionista demais falando disso e o espaço vai estar ocupado. Quem ocupa um assunto primeiro vira a referência daquela resposta, e nesse caso a janela é curta, porque o mercado inteiro vai acordar pra isso.

Imagina daqui a seis meses.

Uma mulher de 38 anos, dez da noite, cozinha, acabou de comer o que ela chama de "escorregada" e está se achando um fracasso de novo. Ela pega o celular pra procurar alguma coisa que faça ela se sentir menos culpada.

E o rosto que aparece explicando que um dia não define nada, e que o certo é retomar na próxima refeição, é o seu.

Seis meses depois disso, ela marca a consulta. E senta na sua frente já confiando em você antes de você falar a primeira palavra.

Clica no botão abaixo agora, preenche seus dados e o acesso ao documento chega no seu e-mail na hora. Em cinco minutos você já está escolhendo o assunto do seu primeiro vídeo.

QUERO O DIAGNÓSTICO DO MEU PÚBLICO POR R$97Garantia Pauta Cheia de 7 dias

Pra quem já está entrando: assim que receber, abre direto no bloco de perguntas sobre caneta, dentro do Território Prático. É o assunto mais procurado e menos respondido com responsabilidade do seu mercado hoje.

E olha, vou ser direto com você, do mesmo jeito que eu sou com os meus mentorados.

Não faz diferença nenhuma pra mim se você comprar isso ou não. Eu vou continuar trabalhando, as pessoas que eu acompanho vão continuar crescendo e o meu dia vai ser exatamente o mesmo.

Quem decide se vai continuar gravando no escuro ou não é você.

Resumindo o que você leva por R$97:

  1. Dores, dúvidas e desejos do seu público, separados por etapa
  2. 75 dúvidas reais numeradas, cada uma é um vídeo
  3. Seis territórios de assunto: Dúvidas, Técnicas, Ferramentas, Mental, Estratégia e Prático
  4. 60 perguntas práticas com resposta curta, incluindo o bloco sobre caneta
  5. Garantia Pauta Cheia de 7 dias
QUERO O DIAGNÓSTICO DO MEU PÚBLICO POR R$97Acesso no seu e-mail na hora
Te vejo do outro lado,Rafa Brito
Rafa Brito · Diagnóstico de Público
Este material organiza assuntos de conteúdo. Não é conduta nutricional, prescrição nem protocolo. Conteúdo sobre compulsão e relação com comida pede responsabilidade: o profissional deve saber a hora de encaminhar para avaliação médica ou psicológica.